domingo, 4 de julho de 2010

TV Brasil apresenta Cochochi

A TV Brasil exibe neste domingo, 04 de julho, às 23h00, o filme mexicano Cochochi. Rodado na Serra Tarahumara, noroeste mexicano, Cochochi foi realizado por Israel Cárdenas e pela dominicana Laura Amelia Guzmán. Trata-se de um retrato sutil dos povos indígenas da região e de seu comportamento.

Gravado em 2007, esse filme de 87 minutos, inicia-se no norte do México, onde está situado o vale de Okochochi, terra dos Rarámuri, uma comunidade indígena que luta para manter vivas sua língua, cultura, crenças e tradições.

Os irmãos Evaristo (Evaristo Lerma Batista) e Luis Antonio “Tony” (Luis Antonio Lerma Batista) são dois garotos pertencentes a esta comunidade. Eles concluíram o ensino básico na escola em que estavam matriculados. Evaristo gostou dos estudos e quer continuar o aprendizado. Tony, por outro lado, apesar de bastante inteligente, é fiel às tradições de sua cultura e prefere voltar para casa e trabalhar no rancho em que ele e seu irmão cresceram.

Assim que retornam ao rancho, o avô lhes pede que levem medicamentos até uma comunidade serrana. Tony empresta sem permissão o cavalo do avô, o que deixa Evaristo, que não quer entristecer os mais velhos, muito nervoso. Os meninos escolhem uma trilha difícil pelas montanhas e se deparam com um cânion impossível de atravessar. Enquanto tentam descobrir uma saída dali, ambos perdem o cavalo, perdem-se um do outro e embarcam em aventuras separadas pelos vilarejos da Serra Tarahumara.

As imagens de um México desconhecido, despovoado, perdido entre as montanhas de altos picos, entre cascatas e vales com imensas pedras, com amanheceres enevoados e gente simples que trabalha a terra, é o cenário dos tarahumaras, (Rarámuri), que vivem de uma forma semelhante a de seus antepassados há centenas de anos, e que dependem da terra para seu sustento. Uma seca de quase uma década arruinou o equilibro desta cultura agrária de, aproximadamente, 60.000 indígenas.

Estes vivem em Chihuahua, o maior estado da República Mexicana, que se encontra localizado na parte norte do México, fazendo fronteira com o sul dos Estados Unidos. Em direção ao sudoeste da capital do estado se encontra um dos sistemas de montanhas mais importantes do país, conhecido como a Serra Tarahumara. Os protagonistas de Cochochi são dessa região, e durante um longo ano de ensaios se prepararam para o filme, co-produzido entre México, Inglaterra e Canadá.

Narrado em um tom semi-documentário, a história desvela o precário modus vivendi da região Tarahumara e a asfixiante pressão que experimentam, desde muito jovens, seus habitantes, que não têm outra saída a não ser trabalhar no campo ou nos montes para poder ter algo que comer.

Esse cruel contraste é visível entre os garotos, visto que, enquanto Evaristo quer estudar o ensino médio, seu irmão, apesar de haver concluído o ensino fundamental com méritos que lhe permitiram obter uma bolsa de estudos, não quer mais saber de escola.

Laura Amelia Guzmán e Israel Cárdenas ficcionam a realidade para contar uma história de vida onde as decisões mais simples são as que regem o destino de comunidades e pessoas afastadas entre si, mas unidas pelos laços sociais e respeito ao próximo. “E Cochochi tem a ver com um processo que se vive no México: o desejo de fugir da cidade grande e desagradável”, defende Laura, que passou um ano junto de Cárdenas nessa comunidade indígena antes de iniciar a rodagem, conseguindo, assim, estabelecer uma amizade com os garotos, que, de alguma maneira, participaram no roteiro e no desenvolvimento da história. A evolução dos dois garotos, representa não somente uma viagem dentro da natureza, mas também o coração da juventude indígena da América Latina.

No Brasil, o filme recebeu o troféu de Melhor Filme Estrangeiro no 36º Festival de Gramado de 2008. No exterior, foi premiado em diversos festivais entre eles: Veneza, Toronto, Miami, Toulouse, Paris e Buenos Aires.

Biografia de Grecia Colmenares


INTRODUÇÃO

Grecia Dolores Colmenares Mieussens nasceu em Valencia, Venezuela, em 07 de dezembro de 1962. Filha de Grecia Mieussens e Lisandro Ernesto Colmenares, foi apelidada de Lola. Seus irmãos são Carmen Victoria, Ana Teresa, José Gregorio e María Andreina. Em 1967, seus pais decidiram se divorciar e sua mãe, de origem alemã, decidiu, após a separação, adotar Andreina, filha de uma grande amiga que faleceu quando a menina era, ainda, muito pequena.


SUA HISTÓRIA

Grecia cursou seus estudos na escola Lisando Ramírez e, aos dez anos, se mudou à Caracas, onde passou a morar com uma tia. Desde muito pequena, Grecia já sentia que sua verdadeira vocação era a de ser atriz, por isso, através de sua amizade com Mayra Alejandra, conseguiu seu primeiro papel na RCTV, na telenovela Angélica, de 1973, onde interpretou a protagonista em sua infância. Tanto agradou a atuação de Grecia que os produtores decidiram deixá-la na telenovela, agora como a filha dos protagonistas: José Luís Rodríguez e a própria Mayra Alejandra.

Já nos anos seguintes, ingressou no teatro Arlequín, onde realizou várias obras, até que, no ano de 1976, se destacou com Romeu e Julieta. Nesse mesmo ano voltou à RCTV para participar na telenovela juvenil Carolina, de 1976, junto de Mayra Alejandra, “El Puma” e Jean Carlo Simancas.

Em 1977, participa em três telenovelas: Zoraida, Tormento, outra vez com Mayra Alejandra, “El Puma” e Jean Carlo Simancas, e em Ileana, junto de Lila Morillo e Jean Carlo Simancas, que eram os protagonistas e Grecia, a filha de ambos.

Em 1978, aos dezesseis anos, Grecia se casa com o também ator Henry Zakka, mas, após um aborto, decidem se separar. Posteriormente, tem um romance com o jornalista Santiago Pumarolla, com quem encontra maior estabilidade.

Em 1979, Grecia participa em Sangre azul, protagonizada por Pierina España e “El Puma”, onde Grecia fez par romântico com Jean Carlos Simancas. Neste mesmo ano atuou em Estefanía, onde personificou seu primeiro papel de vilã, a perversa Ana María Escobar, os protagonistas eram Pierina España e “El Puma”.

Em 1980, Grecia participa de Marielena, protagonizada por María Conchita Alonso e Jean Carlo Simancas. Ainda este ano, chega a grande oportunidade de protagonizar uma telenovela, se tratava de Rosalinda, junto do ator Carlos Olivier.

Em 1981, Grecia participa na telenovela Elizabeth, junto de Caridad Canelón e Orlando Urdaneta e em 1982, faz seu primeiro filme, Los criminales, do diretor Clemente de la Cerda, onde trabalha com Miguel Ángel Landa, Choni Fuentes, Rafael Biceño, Orlando Zarrameda, Alicia Plaza, entre outros. Também em 1982, grava três séries para RCTV: Chao Cristina, com Víctor Cámara, Drama de amor en el bosque 6, com Henry Zakka, e Panchito y Arturo, junto a Franklin Virguez.

Em 1983, chega seu seguinte papel como protagonista absoluta em Días de infamia, junto de Javier Vidal, onde interpretaram os personagens de Minerva e Abraham. Ainda neste ano roda dois filmes: Agua que no has de beber, também do diretor Clemente de la Cerda; e Un país… un destino, dos diretores Hernán José Bricenco e Samuel Roldán, neste filme Grecia atuou com José Luis Santander.

Em 1984, protagoniza, junto a Javier Vidal, a série El paréntesis, e a telenovela Azucena. Em 1985, chega o grande momento artístico na extensa carreira de Grecia Colmenares. Após dezessete trabalhos, dos quais protagonizou sete, Grecia volta a protagonizar esta que seria sua última telenovela na Venezuela, o grande e maior êxito de sua trajetória: Topázio. Junto a Víctor Cámara, formou o casal de telenovelas mais famoso de todos os tempos, inclusive, até recentemente, em 2009, esta telenovela foi considerada pela Revista People como uma das dez melhores do mundo.

Após o êxito obtido com Topázio, a fama de Grecia se estende a toda América e ela rejeita protagonizar Cristal para iniciar uma nova vida artística na Argentina. Já instalada nesse país, a atriz protagoniza María de nadie, com Jorge Martínez, em 1986. Com esta produção Grecia conquista a Europa e se torna estrela em países como Itália, onde, até hoje, é admirada, lembrada e capa de numerosas revistas. Seu papel de criada não somente a deparou com o êxito profissional, como também o sentimental; ai conheceu ao jovem empresário argentino, radicado no Brasil, Marcelo Pelegri, com quem se casou em 1986.

No dia 1° de outubro de 1986, o prefeito de Miami entrega à Grecia as chaves da cidade e constitui esse como “O dia internacional de Grecia Colmenares”. Após o imenso êxito de María de nadie, Grecia decide continuar morando na Argentina e, em 1987, protagoniza uma telenovela com seu próprio nome: Grecia, junto de Gustavo Bermúdez.

Em 1988, roda Pasiones, com Raúl Taibo, e sua fama segue se estendendo pela Europa, de tal modo que, em 1989, visita a Itália pela primeira vez e é acolhida massivamente pelo público, de tal modo que lhe oferecem o papel protagônico em sua primeira fotonovela, chamada Prisioneros del mal, junto do ator de cinema Ray Lovelock.

De volta à Argentina em 1989, Grecia protagoniza a super produção Rebelde, junto ao grande ator Ricardo Darín. Aqui a fama de Grecia foi multiplicada mil vezes, tanto que foi considerada a melhor atriz de telenovelas de todos os tempos, por haver traspassado as fronteiras da América e ter chegado à Europa.

Em 1990, Grecia retorna à Itália, onde recebe seu primeiro prêmio Telegato, por sua atuação em Topázio, e protagoniza sua segunda fotonovela Zíngara, com Raúl Taibo. Ao voltar à Argentina, roda a minissérie Romanzo, junto a Arnaldo André, baseada nos imigrantes italianos que viviam na Argentina.

Nesse mesmo ano de 1990, suas telenovelas chegam à Espanha, onde também passa a ser famosa, de tal modo que suas telenovelas eram exibidas no horário nobre das 21h00, o que nenhuma atriz de telenovela havia conseguido na Espanha, somente Grecia.

Em 1991, viaja para promocionar Topázio na Espanha, onde é nomeada como melhor atriz nos prêmios TP de Oro. Neste mesmo ano protagoniza sua terceira fotonovela, Una razón para vivir, com Jorge Martínez, com quem volta a trabalhar em Manuela, meses depois. Ambos viajam à Itália para promocionar esta telenovela e Grecia retorna à Espanha para estrear a trama no canal Tele 5.

Em 1992, Grecia volta à Itália, onde recebe seu segundo prêmio Telegato, desta vez por Manuela. Além disso, protagoniza sua quarta fotonovela, Tres amores para Angélica, junto ao ator Gabriel Corrado, e volta à Espanha. Nesse mesmo ano, em 04 de setembro, dá à luz seu único filho, fruto de sua união com Marcelo Pelegri. Gianfranco nasce na Maternidad Suizo Argentina, na Argentina.

Em 1993, Grecia protagoniza a primeira co-produção entre Argentina e Espanha, Primer amor, uma telenovela romântica rodada nas praias de Tenerife, Espanha, que ocupou o horário das 20h00, conquistando mais uma vez a audiência espanhola e ganhando uma nova nomeação nos prêmios TP de Oro.

Ainda gravando Primer amor, Grecia atua simultaneamente na rodagem de Além do horizonte, com Osvaldo Laport, telenovela que se chamou Milagros, na Itália e na Espanha, e que novamente se tornou outro grande êxito para Grecia, pois recebeu dois prêmios Martín Fierro, na Argentina e nomeações na Itália e Espanha. Tal foi o êxito desta telenovela que, em 1994, decidem juntar o casal novamente para desta vez protagonizarem El día que me quieras, uma co-produção com a Televisa, do México.

Em 1995, Grecia volta à Itália para atuar em sua quinta fotonovela, Prisionera sin rostro, com Jorge Martínez e, em 1997, volta à televisão com Amor sagrado, protagonizando junto a Simón Pestana.

Em 1998, protagoniza sua sexta e última fotonovela até o momento, Una vida robada, com Richard Oppen. Já no ano seguinte, em 1999, dá um giro em sua carreira e protagoniza Chiquititas, junto a Darío Grandinetti, onde Grecia canta e dança. A telenovela é levada ao teatro e o sucesso é tão grandioso a tal ponto de fazer com que se agregassem novas datas para satisfazer a demanda do público.

Em 2000, Grecia recebe uma proposta para trabalhar no Peru, e aceita. Desse modo se muda ao país para protagonizar Vidas prestadas, junto de seu compatriota José Luis Santander, com quem havia trabalhado em seus inícios como atriz na Venezuela. No ano seguinte, Grecia promociona a telenovela na Univisión, em programas como Show de Cristina e Aprieta y gana.

Em janeiro de 2002, Grecia viaja novamente à Espanha, mais precisamente à Sevilla, e por uma semana promociona Vidas prestadas, esta que foi sua última telenovela até o momento. Desde então, Grecia se afasta das teledramaturgias e somente participa em programas de televisão como convidada.

Em 2005, se divorcia de Marcelo Peregri e em 2006, a atriz aparece nas marchas do candidato presidencial Manuel Rosales, em Valencia, apoiando sua candidatura.

Em fevereiro de 2009, após 25 anos desde Topázio, Grecia reaparece ao lado de Víctor Cámara no programa Muévete, da Televisa, no México.

Já em abril 2010, Grecia retorna ao México e participa do programa musical Segunda oportunidad, da TV Azteca, emissora esta que lhe oferece um papel protagônico em uma de suas novas telenovelas, como também em sua série Socias, que será produzida em parceria com a Pol-ka producciones, baseada na versão original argentina.


SUAS ATUAÇÕES

TELENOVELAS

2000 - Vidas prestadas (Fernanda)
1999 - Chiquititas (Ana)
1997 - Amor sagrado (Eva)
1994 - El día que me quieras (Soledad)
1993 - Além do horizonte (Milagres/Maria)
1993 - Primer amor (María Inés)
1991 - Manuela (Manuela/Isabela)
1989 - Rebelde (Marina)
1988 - Pasiones (Milagros)
1987 - Grecia (Grecia)
1986 - María de nadie (María)
1985 - Topázio (Topázio)
1984 - Azucena (Azucena)
1983 - Dias de infamia (Minerva)
1981 - Marielena
1981 - Elizabeth (Lourdes)
1980 - Rosalinda (Rosalinda)
1979 - Estefanía
1979 - Sangre azul
1977 - Tormento
1977 - Zoraida
1977 - Ileana
1976 - Carolina (Blanquita)
1973 - Angélica

FILMES

1983 - Agua que no has de beber
1983 - Un país… un destino
1982 - Los criminales

SÉRIES

1990 - Romanzo (Gianina)
1984 - El paréntesis
1982 - Drama de amor en el bosque 6
1982 - Chao Cristina
1982 - Panchito y Arturo

PEÇAS TEATRAIS

1999 - Chiquititas (Ana)
1976 - Romeu e Julieta

FOTONOVELAS

1998 - Una vida robada
1995 - Prisionera sin rostro
1992 - Tres amores para Angélica
1991 - Una razón para vivir
1990 - Zíngara
1989 - Prisoneros del mal

As telenovelas venezuelanas de maior êxito - Parte 2

1991
El desprecio: Flor Núñez conta a história de Lara Portillo, uma poderosa milionária que lutou contra uma garota (Clara Ines) ao ver seu poderio arruinado. Foi grande seu êxito dentro e fora do país. Com Mary Carmen Regueiro e Flavio Caballero. Foi reeditada em 2006, desta vez com Flavia Gleske, no papel principal.

1992
Kassandra: contava a história de uma jovem cigana e circense acusada de um crime que não cometeu. É considerada uma das telenovelas transmitidas em mais países do mundo.

Por estas calles: foi a primeira telenovela de denúncia, onde se tocou temas sociais como a delinquência, drogas, prostituição, racismo e classicismo. Teve uma duração de dois anos e por localista e extensa, no adentrou no mercado internacional.

1995
Kaína: inspirada em uma lenda fictícia do Amazonas. Com Hilda Abrahamz.

1996
La inolvidable: inspirada nos anos 30. Com Rafael Romero e a mexicana Christiane Gout.

1997
A todo corazón: telenovela juvenil protagonizada por Gaby Espino, Daniela Alvarado, Adrián Delgado e Juan Alfonso Baptista.

1998
El país de las mujeres: sucesso de audiência nos finais do milênio.

Hoy te vi: com Chantal Baudaux, Sandy Olivares, Mirela Mendoza, Gerónimo Gil e Nacho Huett.

2000
Mis tres hermanas: reabriu as portas para as exportações. Com Scarlet Ortiz e Ricardo Álamo.

Amantes de luna llena: com Diego Bertie.

2002
La mujer de Judas: conta a historia de uma assassina serial, de quem não se revelava sua identidade.

Juana, la virgen (Joana, a virgem): trama onde uma virgem ficava grávida por inseminação artificial acidental. Com Daniela Alvarado.

Mi gorda bella: com Natalia Streignard e o colombiano Juan Pablo Raba.

2003
Cosita rica: com um elenco de primeira, do qual, hoje em dia, muitos venezuelanos recordam seus personagens. Protagonizada por Fabiola Colmenares e Rafael Novoa.

2006
Ciudad bendita: telenovela realista com um protagonista feio e uma garota manca. Tudo se desenvolve no ambiente da economia informal caraquenha. Protagonizada pelo cantor Roque Valero e por Marisa Roman.

Voltea pa´que te enamores: a princípio iria se chamar Las criadas. Com Daniela Alvarado e Jonathan Montenegro.

2007
Mi prima Ciela: remake adaptado da fusão de Elizabeth, de 1981 e Maite, também de 1981. Foi a última telenovela exibida pela RCTV em sinal aberto. Quando o canal retorna via satélite, regressa também a telenovela, protagonizada por Mónica Spear e Manuel Sosa.

Camaleona: com Juliet Lima e Daniel Elbitar.

Aunque mal pagen: com Maria Antonieta Castillo e Miguel de León.

Toda una dama: remake de Señora. Protagonizada por Ricardo Álamo e Nohely Arteaga.

El gato tuerto: primeira telenovela produzida pela Televen. Protagonizada por Sabrina Seara e Daniel Scarioni.

Arroz con leche: com Eileen Abad, Alba Roversi e Marlene de Andrade.

2008
La trepadora: com Norkys Batista e Jean Paul Leroux.

Torrente: com Maritza Bustamante e Lussiano de Alesandro.

Nadie me dirá como quererte: protagonizada por Marianella González e Hugo Vásquez. História original de Martin Hahn, inspirada na clássica obra literária venezuelana Ifigenia, de Teresa de la Parra.

La vida entera: do famoso escritor e poeta Leonardo Padrón como roteirita. Com Elba Escobar, estrelada por Anastasia Mazzone e Jorge Reyes.

2009
Calle luna, calle sol: protagonizada por Monica Spear e Manuel Sosa.

As telenovelas venezuelanas de maior êxito - Parte 1

1954
Camay: primeira telenovela venezuelana. Tinha a duração de 15 minutos e era protagonizada por Hilda Vera e Luis Salazar; o nome deste dramático se deveu a sua patrocinadora Procter & Gamble.

1970
Esmeralda: protagonizada por Lupita Ferrer e José Bardina.

1971
La usurpadora: escrita por Inés Rodena. Protagonizada por Marina Baura e José Bardina. Logo se realizaram remakes tais como: El hogar que yo robé (México, 1981), A sucessora (Brasil, 1984), La intrusa (Venezuela, 1986), A usurpadora (México, 1998).

1973
Peregrina: escrita por Delia Fiallo y protagonizada por Rebecca González e Luis Abreu.

1975
Doña Bárbara: foi a primeira telenovela venezuelana realizada a cores.

1977
La Zulianita: com Lupita Ferrer e José Bardina.

Rafaela: com Chelo Rodríguez e Ana Castell. Uma estudante de medicina se supera apesar da pobreza e do ressentimento por ter una mãe promíscua. Obteve uma versão em 1994, protagonziada por María Conchita Alonzo e Jorge Schrubert.

La señora de Cárdenas: a dona de casa emancipada que descobre a infidelidade e toma a decisão de não perdoá-la e refazer sua vida. Protagonizada por Doris Wells e Miguel Ángel Landa.

1979
Estefanía: com Doris Wells e Gustavo Rodríguez. Ambientada na ditadura de Marcos Pérez Jiménez (1948-1958).

1981
Elizabeth: com Rafael Briceño, Caridad Canelón, Orlando Urdaneta e Grecia Colmenares, entre outros. A protagonista sofre de leucemia e morre ao dar a luz a sua filha.

1982
Qué pasó con Jacqueline?: protagonizada por Raúl Amundaray e Doris Wells, acompanhados por Víctor Cámara, Liliana Durán, Elba Escobar, Félix Loreto, Carlos Márquez, Yajaira Orta, Alicia Plaza e Jean Carlo Simancas.

1983
Julia: com Hilda Carrero e Eduardo Serrano.

1985
Las amazonas: com Hilda Carrero, Alba Roversi, Corina Azopardo e Eduardo Serrano.

Topacio (Topázio): remake de Esmeralda. Com Grecia Colmenares e Víctor Cámara.

1986
La dama de rosa: uma das mais vistas em todo o mundo. Com Jeannette Rodríguez e Carlos Mata.

1988
Abigaíl (Abigail): com Catherine Fullop e Fernando Carrillo. Conta a história de uma garota rebelde com pais ricos que se apaixona e fica grávida de seu professor de literatura.

sábado, 3 de julho de 2010

As telenovelas mexicanas de maior êxito - Parte 3

2000
Amigos x siempre (Amigos para sempre): outra telenovela infantil produzida por Rosy Ocampo.  Protagonizada por Ernesto Laguardia, Martín Ricca e Belinda, em sua estreia em telenovelas.

Locura de amor: remake da de Dulce desafío, de 1988. Protagonizada por Juan Soler e, a princípio, por Adriana Nieto, que teve problemas com a produção, abandonou a telenovela, e foi substituída por Irán Castillo.

Abrázame muy fuerte (Abraça-me muito forte): protagonizada por Aracely Arámbula e Fernando Colunga. Alcançou 60% de participação no Valle de México. Recorde histórico nunca antes igualado.

Primer amor - A mil x hora (Primeiro amor - A mil por hora): segunda versão de Quinze anos, de 1987. Protagonizada por Anahí, Kuno Becker, Valentino Lanús  e Ana Layevska.

Todo por amor: remake da colombiana La madre de Monica Agudelo Tenorio, de 1998. Carmen é a chefe de sua família e trata de mantê-la unida. Apesar de seu casamento estar acabando sacrifica tudo por amor a seus cinco filhos. É considerado o melhor trabalho da TV Azteca. Com Angélica Aragón e Ana de la Reguera.

2001
Amigas y rivales (Amigas e rivais): produzida por Emilio Larrosa, sendo a terceira telenovela juvenil de maior êxito. Protagonizada por Ludwika Paleta, Michelle Vieth, Adamari López, Angélica Vale, Arath de la Torre, Johnny Lozada e Gabriel Soto.

El manantial (Mancial): protagonizada por Adela Noriega, Mauricio Islas e Daniela Romo.

Salomé: remake de Colorina, de 1980. Protagonizada por Edith González.

Cuando seas mía: primera versão mexicana da telenovela colombiana Café com aroma de mulher. Com Silvia Navarro e Sergio Basañez.

El juego de la vida (A vida é um jogo): protagonizada por Sara Maldonado e Valentino Lanús.

2002
La otra (A outra): telenovela de Ernesto Alonso. Com Yadhira Carrillo e Juan Soler.

2003
Amor real: a melhor telenovela produzida por Carla Estrada. Remake de Bodas de odio. Conseguiu grande aceitação da audiência por sua cenografia, argumento e personagens. Protagonizada por Adela Noriega, Fernando Colunga e Mauricio Islas.

2004
Rubí (Rubi): escrita por Yolanda Vargas Dulché. A história de uma mulher, interpretada por Bárbara Mori, que era amada por sua beleza e odiada por sua desmedida ambição.

Rebelde: protagonizada por Anahí, Alfonso Herrera, Dulce María, Christopher Uckermann, Maite Peroni e Chistian Chávez. É a telenovela juvenil de maior êxito.

2005
La madrastra (A madrasta): terceira adaptação mexicana do êxito chileno escrito por Arturo Moya Grau. Protagonizada por Victoria Ruffo, no papel de Maria Fernández Acuña, interpretada por Jael Unger, em 1981. Tal como no Chile, o fenômeno paralisou o México no capítulo final, com a pergunta; Quem matou Patrícia?

Amor en custodia: versão mexicana da telenovela argentina de mesmo nome. O casal antagônico obteve grande aceitação pelo público. Com Margarita Gralia, Sergio Basañez, Paola Núñez e Andrés Palacios.

Alborada: protagonizada por Lucero, Fernando Colunga e Daniela Romo.

Barrera de amor: produzida por Ernesto Alonso. Protagonizada por Yadhira Carrillo, Alexis Ayala, Raquel Olmedo, Sergio Reynoso, Chantal Andere e Aarón Díaz

2007
La fea más bella (A feia mais bela): versão mexicana de Betty, a feia. Com Angélica Vale e Jaime Camil.

Destilando amor: segunda versão mexicana de Café com aroma de mulher de Fernando Gaitán. Protagonizada por Angélica Rivera e Eduardo Yáñez.

Mientras haya vida: com Margarita Rosa de Francisco, Paola Núñez e Saúl Lisazo.

Fuego en la sangre : versão mexicana de Paixões ardentes, que, por sua vez esteve baseada na telenovela Las aguas mansas. Protagonizada por Adela Noriega e Eduardo Yáñez.

2008
Alma de hierro: produzida por Roberto Gómez Fernández. Protagonizada por Blanca Guerra e Alejandro Camacho. Seu êxito foi tão grande que na entrega dos prêmios TVyNovelas 2009 ganhou em mais categorias que a favorita, Fuego en la sangre.

Cuidado con el ángel: produzida por Natalie Lartilleux, baseada no romance Una muchacha llamada Milagros da escritora Delia Fiallo. Protagonizada por Maite Perroni e William Levy.

En nombre del amor: remake do grande sucesso Cadenas de amargura. Protagonizada por Allison Lozano, Letícia Calderón, Sebastián Zurita, Altair Jarabo, Victoria Ruffo e Arturo Peniche.

Mañana es para siempre (Amanhã é para sempre): adaptação da telenovela colombiana Pura sangre produzida por Nicandro Díaz. Protagonizada por Lucero como papel antagônico principal, Fernando Colunga e Silvia Navarro.

Secretos del alma: adaptação da telenovela venezuelana Inés Duarte, de 1991. Produzida por Fides Velasco. Com Ivonne Montero e Humberto Zurita como protagonistas e Rodrigo Abed, Gaby Vergara e Aura Cristina Geithner como antagonistas.

2009
Eternamente tuya: produzida por Oscar Guarín. Com Fernanda Romero, Andrés Palacios, Marimar Vega e Khotán. Terá uma adaptação feita pela RCTV e pela Rede Globo.

Vuélveme a querer: protagonizada por Jorge Alberti e Mariana Torres.

Atrévete a soñar: remake da telenovela argentina Patito feo. Produzida por Luis de Llano Macedo. Protagonizada por Vanessa Guzmán, Rene Strickler, Cynthia Klitbo, Eleazar Gómez, Violeta Isfel e Danna Paola, que interpreta Patito.

As telenovelas mexicanas de maior êxito - Parte 2

1990
Alcanzar una estrella (Alcançar uma estrela): protagonizada por Mariana Garza e Eduardo Capetillo.

1991
Cadenas de amargura: protagonizada por Diana Bracho, Daniela Castro e Raúl Araiza.

1992
María Mercedes: protagonizada por Thalía, Arturo Peniche e Laura Zapata.

1992
El abuelo y yo (Vovô e eu): protagonizada por Jorge Martínez de Hoyos, Evangelinda Elizondo, Gael García Bernal e Ludwika Paleta, entre outros. Uma telenovela infantil rosa que deu origem a uma nova geração de produções para a Televisa Niños.

1993
Corazón salvaje (Coração selvagem): versão de maior êxito da obra de Caridad Bravo Adams. Com Edith González e Eduardo Palomo.

Dos mujeres, un camino: produção de Emilio Larrosa. Protagonizada por Bibi Gaytán, Erik Estrada e Laura León. Telenovela donde intervieram artistas grupeiros, sendo o grupo Bronco e a cantora Selena.

El vuelo del águila: telenovela histórica sobre o Porfiriato. Protagonizada por Manuel Ojeda e Jacqueline Andere.

1994
Marimar: protagonizada por Thalía, Eduardo Capetillo e Chantal Andere.

1995
Lazos de amor (Laços de amor): a primeira telenovela onde uma atriz interpretou três personagens. Protagonizada por Lucero e Luis José Santander. Obteve um êxito gigantesco.

La dueña: segundo remake da telenovela venezuelana La doña, de Inés Rodena, depois de Doménica Montero, de 1978. Produzida por Florinda Meza e protagonizada por Angélica Rivera.

María la del barrio (Maria do bairro): remake de Os ricos também choram, de 1979. Protagonizada por Thalía, Fernando Colunga e Itatí Cantoral.

El premio mayor: protagonizada por Laura León e Carlos Bonavides, que alcançou a fama e o êxito nesta telenovela por seu personagem Huicho Domínguez.

1996
Te sigo amando (Sigo te amando): protagonizada por Claudia Ramírez, Luis José Santander e Sergio Goyri. É um remake de Monte calvario, de 1986.

La antorcha encendida: telenovela histórica que girava em torno da Guerra da Independência. Com Letícia Calderón, Humberto Zurita e Juan Peláez, que interpretou o heroi Miguel Hidalgo.

Marisol: produzida por Juan Osorio e protagonizada por Erika Buenfil e Eduardo Santamarina. Esta telenovela obteve um grande êxito em toda América Latina e Europa, fazendo com que os protagonistas viajassem por vários países para promocionar a telenovela. É a telenovela de maior êxito de Juan Osorio, vendida a mais de 65 países e traduzida em muitos idiomas.

Cañaveral de pasiones (Canavial de paixões): protagonizada por Daniela Castro, Juan Soler e Angélica Aragón.

Nada personal (Traição): trama política e primeira telenovela mexicana a tocar temas como a corrupção do governo. Primeiro melodrama produzido por TV Azteca  junto a Argos Producciones. Protagonizada, a princípio, por Ana Colchero, que abandonou a telenovela por problemas com a produção.

1997
Esmeralda: protagonizada por Letícia Calderón e Fernando Colunga, tendo como antagônica Nora Salinas. Alguns comentários dizem que Esmeralda, conseguiu parar uma guerra por algumas horas.

Mirada de mujer (Olhar de mulher): telenovela elitista, protagonizada por Angélica Aragón, Fernando Luján e Ari Telch, sobre una mulher que descobre que aos 50 anos não se deixa de viver e muito menos de amar.

1998
Señora: história original de José Ignacio Cabrujas. Trama que girava em torno de Dolores, uma mulher fria, amargurada e com ódio contra os homens, que buscava vingança pela morte de sua filha, Isabel, que, no entanto, vive sem ela saber. Protagonizada por Julieta Egurrola.

La mentira (A mentira): remake da história de 1965. Produzida por Carlos Sotomayor e estrelada por Kate del Castillo, Guy Ecker e Karla Álvarez.

La usurpadora (A usurpadora): protagonizada por Gabriela Spanic, que interpretou gêmeas.

El privilegio de amar (O privilégio de amar): remake da telenovela venezuelana Cristal. Protagonizada por Adela Noriega, Helena Rojo, Andrés García, Rene Strickler e Cynthia Klitbo.

El diario de Daniela (O diário de Daniela): telenovela infantil produzida por Rosy Ocampo. Protagonizada por Daniela Luján e Martín Ricca.

1999
Rosalinda: produzida por Salvador Mejía e protagonizada por Thalía. Foi seu trabalho mais criticado, nessa que foi uma mistura das três Marias.

Tres mujeres: telenovela que causou polêmica, mas obteve enorme êxito no horário das 17h00. Com Erika Buenfil, Alexis Ayala, Karyme Lozano e Jorge Salinas.

As telenovelas mexicanas de maior êxito - Parte 1

1957
Senda prohibida: a primeira telenovela mexicana, protagonizada por Silvia Dérbez.

1958
Gutierritos: com Rafael Banquells.

1959
Teresa: protagonizada por Maricruz Olivier.

1965
La mentira: primeira versão da obra escrita por Caridad Bravo Adams. Protagonizada por Julissa e Enrique Lizalde.

1966
Corazón salvaje: produzida por Ernesto Alonso, original da escritora Caridad Bravo Adams. Protagonizada por Julissa, Enrique Elizalde e Jacqueline Andere.

María Isabel: com Silvia Dérbez.

1967
La tormenta: uma das primeiras telenovelas denominadas históricas, ao tratar da história do México. Protagonizada por Amparo Rivelles, Ignacio López Tarso e Maricruz Olivier.

1970
La sonrisa del diablo: com Maricruz Olivier.

1971
Muchacha italiana viene a casarse: produzida por Ernesto Alonso. Protagonizada por Angélica María.

1972
El carruaje: telenovela histórica sobre a Guerra da Reforma.

1974
Ana del aire: protagonizada por Angélica María.

Mundo de juguete: remake de Papá corazón. É a primeira telenovela infantil da história mexicana, protagonizada por Graciela Mauri, Sara García, Ricardo Blume e Irán Eory.

1975
Barata de primavera: protagonizada por Jacqueline Andere  e Verónica Castro.

1977
Rina (Desprezo): protagonizada por Ofelia Medina e Enrique Álvarez Félix.

1978
Mamá campanita: protagonizada por Silvia Dérbez.

Viviana: telenovela que causou furor por ser a primeira a exibir cenas sensuais. Protagonizada por Lucía Méndez, Hector Bonilla e Maricruz Olivier.

Los ricos también lloran (Os ricos também choram): esta telenovela abriu as portas para mercados importantes na Ásia e Europa. É uma versão adaptada da radionovela Cuando se regala un hijo, de 1962, da escritora Inés Rodena. Protagonizada por Verónica Castro e Rogelio Guerra, com Rocío Banquells. Considerada a telenovela de maior êxito de todos os tempos.

1980
Colorina: foi a primeira a apresentar uma protagonista alegre. Causou muita polêmica e esteve a ponto de sair do ar por pressão do Governo, pelo que foi transferida para às 23h00. Protagonizada por Lucía Méndez.

1981
El hogar que yo robé: adaptação do romance de Inés Rodena La usurpadora. Protagonizada por Angélica María.

1981
El derecho de nacer (O direito de nascer): segunda adaptação da radionovela de mesmo nome. Protagonizada por Verónica Castro.

1982
Chispita: produzida por Valentín Pimstein, alcançou êxito internacional e marcou a estreia em telenovelas de Lucero, sua protagonista.

Gabriel y Gabriela: telenovela onde a protagonista, Ana Martín, interpretou um homem e uma mulher. Seu final é um dos mais peculiares na historia das telenovelas.

1983
El maleficio (Estranho poder): produzida e protagonizada por Ernesto Alonso, que se imortalizou graças a seu personagem de Enrique de Martino.

Bodas de odio: protagonizada por Christian Bach e Miguel Palmer. Versão original de Amor real.

1984
La traición: protagonizada por Helena Rojo e Sergio Jiménez. No ano seguinte ganharia o prêmio TVyNovelas como a melhor telenovela.

1985
Vivir un poco: Adaptação da telenovela chilena La madrastra. Com Angélica Aragón e Rogelio Guerra.

Tú o nadie (Só você): protagonizada por Lucía Méndez, Andrés García e Salvador Pineda.

1986
El camino secreto: telenovela protagonizada por Daniela Romo. Versão original de La verdad oculta.

De pura sangre: telenovela que causou  furor pelas cenas sensuais entre seus protagonistas, Christian Bach e Humberto Zurita.

Cuna de lobos (Ambição): foi a telenovela de maior êxito dos anos 80. Protagonizada por María Rubio como Catalina Creel.

Senda de gloria: telenovela histórica sobre a Revolução Mexicana. Protagonizada por Ignacio López Tarso e Eduardo Yáñez.

1987
Rosa salvaje (Rosa selvagem): êxito internacional protagonizado por Verónica Castro.

Quinceañera (Quinze anos): primeira telenovela juvenil. Protagonizada por Adela Noriega, Thalía e Ernesto Laguardia.

1988
El extraño retorno de Diana Salazar: protagonizada por Lucía Méndez.

Amor en silencio (Amor em silêncio): com Erika Buenfil. Produção de Carla Estrada.

El pecado de Oyuki: telenovela baseada nas historinhas de Yolanda Vargas Dulché. Protagonizada por Ana Martín.

1988
Dulce desafío: história juvenil produzida por Julissa e protagonizada por Adela Noriega e Eduardo Yáñez.

1989
Teresa: remake da versão protagonizada por Maricruz Olivier em 1959. Primeiro e único protagônico de Salma Hayek em uma telenovela.

Carrusel (Carrossel): protagonizada por Gabriela Rivero e Ludwika Paleta.

Simplemente María (Simplesmente Maria): adaptação da telenovela peruana protagonizada por Saby Kamalich em 1969. Foi um grande êxito, protagonizada por Victoria Ruffo.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Qual foi a melhor telenovela infantil exibida no Brasil?



Confira o resultado da enquete:


Carinha de anjo: 51 votos (38%)

Carrossel: 37 votos (28%)

Cúmplices de um resgate: 37 votos (28%)

Chiquititas 2007: 33 votos (25%)

O diário de Daniela: 33 votos (25%)

Amy, a menina da mochila azul: 25 votos (19%)

Luz Clarita: 25 votos (19%)

Amigos para sempre: 23 votos (17%)

Gotinha de amor: 22 votos (16%)

Viva às crianças! - Carrossel 2: 22 votos (16%)

Chiquititas 2008: 21 votos (16%)

Chispita: 19 votos (14%)

Maria Belém: 17 votos (12%)

Poucas, poucas pulgas: 17 votos (12%)

Serafim: 17 votos (12%)

Lupita: 14 votos (10%)

Vovô e eu: 14 votos (10%)

Carrossel das Américas: 12 votos (9%)

Sonhos e caramelos: 12 votos (9%)

Alcançar uma estrela I e II: 10 votos (7%)


Total de votos: 131


Com 38% dos votos, Carinha de anjo foi escolhida pelos telenoveleiros como a melhor telenovela infantil exibida no Brasil. Para você recordar a história desta telenovela, veja a síntese clicando aqui.

Por derecho de sangre inicia gravações


O produtor Salvador Mejía enfrentará muitos medos com a nova adaptação do melodrama Cuna de lobos (Ambição), já que, após seu fracasso em Corazón salvaje, disse que aprendeu a se esforçar mais e arriscar menos.

“Vamos fazer com que a história não manche o nome desta telenovela, realizada há 23 anos. Existe muita concorrência e por isso apostaremos numa versão cinematográfica para agradar as pessoas”, comentou.

No início das gravações do primeiro capítulo da série, que se chamará Por derecho de sangre e será protagonizada por Rebecca Jones e Willian Levy, Mejía expressou que suas ambições para este projeto são grandes.

“As temporadas terão três versões: uma para venda no exterior, outra de suspense para a televisão paga e uma mais telenovelesca que será destinada à televisão aberta”.

Outro plano do produtor é fazer com que a série seja conhecida primeiramente no exterior. “A apresentaremos em Las Vegas e provavelmente em Cannes”.

O primeiro capítulo se chamará “La viuda negra” e contará com as experientes atuações de Dominika Paleta, Danna García e Rafael Amaya.

“Vamos brincar com outro tipo de tapa-olho, talvez até mesmo um de pirata, mas com todo o respeito que merece María. Evidentemente não posso imaginar chegar aos pés de María Rubio nem à grande criatividade que ela deu a esta personagem”, declarou Rebecca Jones.

O galã, William Levy, expressou sua admiração por Rebecca Jones ao mencionar que ela não parece ser sua mãe, mas sim sua irmã, embora dentro da trama Rebecca será a mãe do galã.

Dominika Paleta fará a personagem vilã que foi de Rebecca Jones há 23 anos: “Me sinto entusiasmada em trabalhar com ela, é um prazer, gosto dela, mas cada uma constrói sua própria personagem”, afirmou.

A personagem de Danna Gacía anteriormente foi interpretada por Diana Bracho, mas a atriz deixou muito claro que, mesmo que a personagem possa ser a mesma, cada ator o constrói a seu modo e de acordo com suas possibilidades.

Para aqueles que viram a telenovela Cuna de lobos (Ambição), notava-se uma matilha de lobos em meio a um bosque. Da mesma forma, Salvador Mejía quer repetir a entrada, e para isso solicitou três lobos amestrados que foram levados à Colina del Perro, onde se está gravando a série.

No entanto, durante uma das cenas em gravação um dos três lobos escapou e ninguém conseguia encontrá-lo. Deste modo, as gravações foram paradas por várias horas, pois os lobos eram animais nervosos, fora de controle e muito propensos a atacar.

Salvador Mejía avalia com um dez o elenco para esta primeira temporada de 13 capítulos, e detalha o susto que levou devido à fuga de um dos lobos: “Por sorte o lobo cansou e isso foi bom porque são carnívoros, estávamos preocupados porque esta é uma área residencial, há crianças e elas correram risco, mas por sorte ele se cansou, se escondeu, voltou a sair e logo os treinadores o capturaram”, finalizou o produtor.

Confira algumas fotos do elenco de Por derecho de sangre:














































 













 






















quinta-feira, 1 de julho de 2010

Mulheres assassinas - Mônica, encurralada


DATA
01/07/10

HORÁRIO
22h45

CANAL
Rede CNT

COM
Irán Castillo, Miguel Rodarte, Cristina Michaus e Ofelia Medina

RESUMO
Mônica é uma jovem estudante importunada por sua mãe, Beatriz Duvignuad, uma grande atriz que fica aparentemente paralítica, prostrada  em uma cama devido à uma traumática operação. Beatriz é uma mulher perfeccionista e muito exigente, o que se torna ainda mais aguçado agora, devido à sua invalidez. Esta não deixa mais que sua filha estude e sempre a humilha sem motivo.

A relação entre mãe e filha é hostil e a crise se acentua quando sua vizinha Beba, começa a se intrometer na relação e na convivência dessas mulheres. Mônica, então, decide eliminar Beba, a melhor amiga de sua mãe, golpeando-a com uma frigideira e logo após enforcando-a com uma bolsa, sendo, posteriormente, condenada a 12 anos de prisão.

As telenovelas na cultura filipina - Parte 2


O drama filipino pode ser classificado em diferentes formas e gêneros, entre os mais populares está a “teleserye” e o “teledrama”, que é o formato de ficção seriada melodramática na televisão.

O termo “teleserye”, enraizado a partir de duas palavras: “tele”, que é abreviatura de televisão e “serye”, série, surgiu no ano de 2000, quando a rede de televisão filipina ABS-CBN levou ao ar Pangako Sa ‘Yo, a primeira produção própria deste gênero. Antes disso o gênero também era conhecido como telenovela ou soap opera, termos ainda usados por alguns.

Já o termo “teledrama” surgiu neste ano de 2010, quando a GMA Network o usou oficialmente em suas produções relacionadas ao drama televisivo.

As “teleseryes” compartilham algumas características e têm raízes semelhantes às telenovelas clássicas, mas também têm evoluído para um gênero com características próprias, muitas vezes trabalhado como um reflexo do realismo social dos filipinos.

Essas produções, realizadas geralmente pelas redes ABS-CBN e GMA Network co-produzidas pela Tape Inc. e pelo estúdio Viva Entertainment, são veiculadas em horário nobre cinco dias por semana e resumidas nos fins de semana, atraindo um público amplo, que atravessa idades e gêneros. Além disso elas comandam as maiores taxas de publicidade na televisão filipina e sua duração varia de três meses a um ano, ou mais, dependendo de sua audiência.

O tema subjacente a qualquer “teleserye” tende a se concentrar sobre o amor de todos os tipos de dimensões: amor entre casais, famílias e amigos. A popular linha de enredo gira em torno de uma história de amor entre dois indivíduos diferentes, na maioria das vezes um rico que se apaixona por alguém de outra classe social, por assim dizer. Muitas vezes o casal é separado pelo destino, contrariados por um terceiro, ou, geralmente, pela intromissão dos pais ou parentes.

Outra história popular gira em torno da busca da personagem de um ente querido, a mãe, uma criança ou um amigo, perdido há muito tempo, essas histórias tendem a começar no início da infância do personagem principal, mostrando a criança que está sendo separada, no nascimento ou em uma idade muito jovem, devido a algumas circunstâncias imprevistas.

Sentimentos de amor, traição, ciúmes, status social e vingança são geralmente os elementos subjacentes que dominam as histórias populares, aquelas tramas construídas em torno das personagens principais.

Nas telenovelas filipinas mais antigas, onde o vilão era retratado rudemente, com caráter violento, ganancioso e antissocial, surgiu o termo “kontrabida” derivado das palavras “kontra” (contra) e “bida” (personagem principal). Já nas “teleseryes”, este personagem foi alterado, se tornando  menos violento e menos vingativo. Embora menos violento, o vilão filipino continua a causar estragos na vida dos protagonistas por meio de táticas mentais ou ações mais moderadas.

Pangako Sa ‘Yo (The promise) foi um dos dramas filipinos mais bem sucedidos no exterior. A história de amor de Angelo Buenavista e Yna Macaspac fascinou pessoas na Malásia, Singapura, Indonésia, Camboja, China e até mesmo na África.

Desde então, a rede ABS-CBN não só continuou a embarcar “teleseryes” sobre outras culturas, mas também a ganhar prêmios como o Lobo (intitulado como She-wolf: The last sentinel) e o prêmio de melhor telenovela no 30° edição do festival mundial de televisão, em Toronto; além de  uma nomeação ao Emmy para atriz Angel Locsin.

Tanto a rede ABS-CBN como a GMA Network têm maximizado o uso de ferramentas online para promover suas séries no exterior, tanto é que a ABS-CBN introduziu também um site chamado ABS-CBN International Sales, para facilitar o acesso às suas produções.

As telenovelas na cultura filipina - Parte 1


As Filipinas são um arquipélago de 7107 ilhas com uma área terrestre total de cerca de 300 mil km², habitada por cerca de 97 milhões de pessoas. As ilhas costumam ser divididas em três grupos: Luzón, a norte, Visayas, no centro e Mindanao, no Sul. Manila, em Luzón (a maior ilha), é a capital do país.

O filipino é o idioma oficial da República das Filipinas, juntamente com o inglês. Mesmo assim, há uma grande riqueza étnico-linguística nesse vasto arquipélago-nação do sudeste asiático, sendo que existe, de acordo com estimativas, quase uma centena de idiomas e dialetos espalhados pelas ilhas e ilhotas do país. O filipino faz parte das chamadas línguas austronésias e é, de fato, uma forma padronizada da língua tagalo.

Embora o idioma filipino tenha os seus fundamentos no tagalo, língua nativa predominante na região de Manila, também sofreu fortíssima influência do espanhol, justamente por Manila ter sido a sede da ocupação espanhola que durou mais de 330 anos. Atualmente, mais de 40% das palavras da comunicação diária nas Filipinas é de origem espanhola.

As influências ibéricas foram tão fortes que, ainda hoje, mais de 80% da população das Filipinas é católica, diferntemente dos outros países asiáticos. Evidencia-se, também, a existência de vínculos culturais notáveis entre os filipino-falantes e as cultura ibérica e mesmo latino-americana, como a mexicana.

As Filipinas também sofreram grande influência de povos mexicanos devido às rotas de comércio, que não somente levavam mercadorias, mas também homens e com estes as ideias, as palavras, o modo de viver, os artesanatos e as artes. Cerca de 250 anos de contato entre o México e as Filipinas deixaram enormes marcas entre os povos desta região.

Como as telenovelas fazem parte da cultura hispânica e principalemente mexicana, então, obviamente elas fazem parte da vida filipina. As “teleseryes” como são chamadas em tagalo, além de importadas de outros países, são produzidas com similaridades às telenovelas da América Latina e têm muito êxito também na Tailândia, Indonésia, Singapura e Malaísia, inclusive, recentemente, foram feitas versões das telenovelas mexicanas Marimar (protagonizada por Marian Rivera e Dingdong Dantes), em 2008, e Rubi (protagonizada por Angelica Panganiban, Jake Cuenca, Shaina Magdayao e Diether Ocampo), em 2010.

Após a enorme euforia causada pelas telenovelas mexicanas de Thalía, a mexicanidade na Ásia também foi confirmada, escondida no fundo da alma filipina. Não foram poucos os universitários que realizaram estudos sobre o fenômeno das telenovelas e sua grande aceitação pela massa filipina.

Estas telenovelas, dubladas em tagalo, tornaram-se para eles autênticas obras de inspiração. Sua semelhança com a temática tradicional dos filmes do país asiático é tão grande que chegaram a conclusão de que o México foi parte das Filipinas e que o México é Filipinas.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Lalola


NOME ORIGINAL
Lalola

ESCRITORES
Pablo Lago e Susana Cardozo

PRODUTORA
Monica Faccennini 

PAÍS DE ORIGEM
Argentina

NÚMERO DE EPISÓDIOS
138

ANO DE GRAVAÇÃO
2007

ANO DE ESTREIA NO BRASIL
2008

EMISSORA
SBT

TEMA DE ABERTURA
Enamorada

INTÉRPRETE
Miranda!

Al momento de ser realista nunca me consideren especialista
y sin embargo algo en mí cambió sé exactamente cómo sucedió.
Mi corazón palpitaba cada vez que ese hombre se me acercaba
y con el tiempo me empezó a gustar, debo decir que no fue tan mal.

Como de repente todo se ha ordenado, desde que ha llegado, mi vida cambió,
ya no soy la misma que tú conociste, entonces, ahora estoy mucho mejor.
Porque me di cuenta que tuvo sentido haber recorrido lo que recorrí,
si al final de cuentas él era mi recompensa que suerte que nunca me fui.

Yo nunca fui muy afortunada, mis anteriores novios no me cuidaban,
me maltrataban y me hacían llorar y nadie me venia a consolar.
Ahora estoy como loca pensando que voy a comerle la boca,
quiero besarlo hasta sentir dolor y someterlo a nuestro hermoso amor.

Como de repente todo se ha ordenado, desde que ha llegado, mi vida cambió,
ya no soy la misma que tú conociste, entonces, ahora estoy mucho mejor.
Porque me di cuenta que tuvo sentido haber recorrido lo que recorrí,
si al final de cuentas él era mi recompensa que suerte que nunca me fui…

Como de repente todo se ha ordenado, desde que ha llegado, mi vida cambió,
ya no soy la misma que tú conociste, entonces, ahora estoy mucho mejor.
Porque me di cuenta que tuvo sentido haber recorrido lo que recorrí,
si al final de cuentas él era mi recompensa que suerte que nunca me fui…

Que suerte que nunca me fui…
Que suerte que nunca me fui…
Que suerte que nunca me fui…

TEMA DE ENCERRAMENTO
Hola

INTÉRPRETE
Miranda!

Hola, ¿qué tal?, ¿cómo te va?
¡Qué frase más vulgar con la que me voy a presentar!
Cuando a lo lejos oigo un "boom" yo sé que estás ahí
y no me importa cómo seguro te vas a acercar a mí.

Quiero conocerte cambiarías un poquito de mi suerte,
sigue la corriente, el impulso de tu piel nunca te miente…

El disco de mi mente se resiente con tu corazón,
el disco de tu corazón, el disco de tu corazón.
No ves que es necesário terminar en una habitación,
invítame a tu habitación, ¡ya!…

Si no tiene nada que ver, por Dios discúlpame,
no sé ni como tuve tu piel
de proponérmelo de hacer a la primera vez,
tal fácil es decirlo que no va a ser tan facil que se dé.

Quiero conocerte cambiarías un poquito de mi suerte,
sigue la corriente, el impulso de tu piel nunca te miente…

El disco de mi mente se resiente con tu corazón,
el disco de tu corazón, el disco de tu corazón.
No ves que es necesário terminar en una habitación,
invítame a tu habitación, invítame a tu habitación.

Pasemos a lo bueno, deshazte de tu ropa y dime…
Muñeca te lo ruego agítame la boca y dime…

Quiero conocerte cambiarías un poquito de mi suerte,
sigue la corriente, el impulso de tu piel nunca te miente…

El disco de tu corazón, el disco de tu corazón…
Invítame a tu habitación, ¡ya!

El disco de tu corazón…
El disco de tu corazón…
El disco de tu corazón…
El disco de tu corazón…
El disco de tu corazón…
El disco de tu corazón…
El disco de tu corazón…
El disco de tu corazón…
El disco de tu corazón…

Pasemos a lo bueno, deshazte de tu ropa y dime…
Muñeca te lo ruego agítame la boca y dime…

Pasemos a lo bueno…


ELENCO

Carla Peterson: Dolores Padilla “Lola” / Daniela

Luciano Castro: Fernando Carvalho “Nando”

Rafael Ferro: Gastão Zacks

Lola Bertht: Solange “Sol”

Muriel Santa Ana: Graciela Neira “Grace”

Agustina Lecouna: Natália Aguirre

Violeta Urtizberea: Júlia

Victor Malagrino: Patrício Miguel “Pato”

Nahuel Mutti: Boogie

Matías Desiderio: Martins

Luis Ziembrowsky: Andrei Aguirre

Pablo Cédron: Téo

Sandra Ballesteros: Victória “Vicky”

Bruna Castro: Melissa Carvalho “Mel”

Juan Gil Navarro: Camilo Lalo Padilha / Daniela

Tomás de las Heras: Nícolas “Nico”

Chela Cardalda: Íris

Marcela Kloosterboer: Romina

Mónica Villa: Adivinha

Tina Serrano: Mãe de Lalo

Santiago del Moro: Matias

Gabriel Goity: Pérez Pardo

Selva Alemán: Gina Calori

Esteban Pérez: Sérgio

Bárbara Lombardo: Sabrina

Sérgio Surraco: Pablo

Alex Benn: Billy

Rita Cortese: Bruxa

Laura Azcurra: Bruxa


PERFIL DAS PERSONAGENS

Lola (Carla Peterson) – antes era Lalo, um sedutor machista que é transformado em mulher por uma Bruxa. Lola assumirá o cargo de diretora da "Dom" e enfrentará as armações do ardiloso Gastão, e as fofocas e intrigas de Vitória. Se apaixona por Fernando, no começo não quer admitir. É a melhor amiga de Grace.

Fernando (Luciano Castro) – é um homem bom, educado, bonito e honesto. Foi abandonado pela namorada Sabina, que lhe deixou a filha Melissa para criar. Fernando trabalha na editora e é o único que não é machista. Se apaixona por Lola, apesar de não suportar Lalo. Se envolverá com a perversa Natália.

Gastão (Rafael Ferro) – é o vilão da novela. Ambicioso e metido a garanhão, Gastão fingia ser amigo de Lalo, mas sempre teve inveja dele, cobiçando o cargo de diretor da revista. Gastão armará planos contra Lola, Fernando e Andrei, além de ter muitas amantes.

Natália (Agustina Lecouna) – jovem perversa e mimada. Filha de Carol com seu amante Téo, foi criada pelo marido traído de Carol, Andrei. Natália é mentirosa e dissimulada, e quando se apaixona por Fernando, começa a armar tramoias para que eles se casem.

Grace (Muriel Santa Ana) – melhor amiga de Lola, sempre amou Lalo em segredo. As duas vivem juntas, e Grace ajuda Lola a aprender a vestir roupas femininas nos primeiros dias. Grace é locutora de um programa de rádio, e acaba se envolvendo com Andrei.

Andrei (Luis Ziembrowsky) – presidente da revista. É hipocandríaco, imprevisível e maluco. Vive tendo muitos ataques. É extressado, e casado com Carol. Quando eles se separam, Andrei se apaixona por Grace.

Victória (Sandra Ballesteros) – mantém um relacionamento secreto com Gastão. Amiga de Solange e Júlia, vive manipulando as duas para que prejudiquem Lola. Vicky é ambiciosa e está sempre tentando levar vantagens.

Patrício (Victor Malagrino) – trabalha na editora e vive um romance secreto com Solange. Os dois são flagrados fazendo amor depois do expediente pelo pessoal da editora, e são obrigados a assumir o namoro.

Solange (Lola Bertht) – amiga de Vicky, feminista. Ela e Pato vivem um romance, se separam e reatam, quando Solange descobre que seus pais morreram, fica sabendo que ela poderá receber uma herança, a menos, que se case com um judeu.

Júlia (Violeta Urtizberea) – secretária da empresa. Vive um relacionamento secreto com Andrei na reta final da história. Vive sendo chantageada por Gastão.

Nícolas (Tomás de las Heras) – namorado de Júlia, também trabalha na revista. Amigo de Patrício, o ajuda em seu romance com Solange.

Melissa (Bruna Castro) -  filha de Fernando. É uma doce e encantadora menina de 8 anos, que adora Lola, e vive uma bonita relação com o pai.

Boggie (Nahuel Mutti) – trabalha na rádio com Grace, está sempre ajudando como pode. Mantém uma paixão secreta por ela.

Íris (Chela Cardalda) – avó de Melissa, uma bondosa senhora que sempre cuida dela quando Fernando não pode.

Martins (Matías Desiderio) – namora Grace no início, um ciumento doentio. Eles se separam, mas ele tentará reconquistá-la.

Matias (Santiago del Moro) – amante  de Natália quando ela está noiva de Fernando. Mais tarde assume namoro com Matias, os dois fazem amor, e logo depois terminam tudo. Natália engravida, mas mente que o bebê é de Fernando.

Carol – casada  com Andrei. O traiu no passado, e deu à luz Natália, a quem Andrei pensa ser o pai. Carol se separa de Andrei e transforma a editora num inferno. Na reta final retorna para atrapalhar a vida de todos.

Téo (Pablo Cédron) – inescrupuloso, sempre teve inveja de Andrei e os dois sempre foram rivais. Amigo de Gastão, Téo é ex-amante de Carol e pai de Natália. Trabalha na editora.

Camilo Lalo Padilha (Juan Gil Navarro) – sedutor profissional, e um machista. Diretor da revista masculina "Dom", abandona a namorada Romina logo no início da trama. Furiosa, ela se vinga e pede ajuda de uma bruxa, que transforma Lalo em mulher.

Romina (Marcela Kloosterboer) – namorada de Lalo no começo da novela, ele a despreza e ela se vinga: Pede ajuda de uma feiticeira, que transforma Lalo em Lola. Romina desaparece da novela logo no início.

Bruxa (Rita Cortese) – transforma Lalo em Lola e, pouco tempo depois, tem um enfarte e morre, impossibilitando Lola de tentar voltar a ser homem.

Billy (Alex Benn) – ex-noivo  de Grace. Lalo nunca gostou dele. Vem passar uns dias na casa de Lola e Grace, e ele e Lola se apaixonam.


RESUMO

Camilo Lalo Padilha, o redator-chefe de uma famosa revista dirigida ao público masculino, conduz sua equipe com a mesma arrogância que leva sua vida pessoal. Sedutor incorrigível, vê as mulheres como meros objetos: estão a sua disposição para lhe dar prazer e são totalmente descartáveis. Insensível ao sofrimento das inúmeras mulheres que abandonou ao longo de sua vida, Lalo está a ponto de receber uma dose amarga de seu próprio veneno.

Após ter um caso com Romina, mais uma de suas conquistas, ele terá uma surpresa. Ela faz um feitiço com a ajuda de uma Bruxa e ele acorda na manhã seguinte no corpo de uma bela mulher. Sentindo-se traído e perdido, ele recorre a Grace, sua melhor amiga, que é apaixonada por ele secretamente.

Os dois saem à procura de Romina, mas é impossível encontrá-la. Lalo se vê obrigado a assumir sua nova identidade e enfrentar o mundo como mulher, com a ajuda de Grace. Para continuar com suas funções na revista ele se faz passar por Lola Padilha, uma prima de Lalo, que se apresenta para ocupar o cargo dele até sua suposta volta de uma viagem ao exterior.

O curioso é que Lola vira vítima do comportamento machista que "ela", quando Lalo, contribuiu para implantar na revista. Ele já não é um dos homens do departamento e agora as mulheres não a respeitam, pois acreditam que sua rápida ascensão é fruto dos favores que presta aos homens. Apesar de ter o perfil profissional dos homens que trabalham com ela, Lola é discriminada simplesmente por ser mulher. Ela aproveita seu conhecimento sobre o comportamento masculino e contra ataca com a astúcia feminina, arma que acaba de descobrir.

A situação se complica ainda mais quando Lola se sente, inexplicavelmente, atraída por Fernando, um colega de trabalho que ficou deslumbrado por ela desde o primeiro momento que a viu. O crescente interesse por ele e a intensidade de seus sentimentos fazem Lola assumir definitivamente sua feminilidade.

A princípio, Lola e Fernando passam por muitas brigas na editora, enquanto são vítimas de terríveis armações tramadas pelo ardiloso Gastão, um homem ambicioso e de fraco caráter, que sempre invejou Lalo e cobiçou o cargo do mulherengo na revista. Agora que "Lalo já não está", Gastão armará planos diabólicos para prejudicar Lola e expulsá-la da empresa, a fim de ficar com o cargo dela na High-five. Ao defender Lola de Gastão, Fernando também se torna vítimas das armadilhas do vilão, e o romance dos dois será atrapalhado por intrigas plantadas por Vicky, uma feminista assanhada que trabalha na editora, e mantém um relacionamento secreto com Gastão. A pedido do canalha, Vicky tentará separar Lola de Fernando.

O primeiro passo para a intensa paixão entre Lola e Fernando surgir é quando, graças a ele, ela passa num concurso e recebe um prêmio. Fernando, num impulso, aproveita para beijar a amada, mas ela reage com agressão física, e os dois voltam a discutir. Neste momento, Natália, uma jovem perversa e mentirosa, se apaixona por Fernando, e detestando Lola, começa a armar planos maléficos para se casar com o rapaz.

Natália forja gravidez de Fernando, e os dois ficam noivos. Depois, Natália simula um acidente onde ela perde o bebê e começa a se fazer de vítima para Fernando.

Em meio a tudo isso, Andrei, o presidente da editora, e pai de Natália, sofre enfartes e conflitos em seu casamento com a inescrupulosa e fogosa Carol. Ao flagrar Andrei e Lola em atitude suspeita, Carol resolve pedir o divórcio ao marido, e eles se separam. Porém, Carol acha que tem direito à metade da High-five, e como a mais nova inimiga de Andrei, ela disputa a direção da empresa com ele. O escritório se divide em dois, e se torna instável, ainda mais a rivalidade entre os dois grupos, um liberado por Andrei e o outro por Carol, formando uma verdadeira guerra dos sexos, o que fará renascer as brigas entre Lola e Fernando.

As paixões voltam a invadir a trama de Lalola, já que Carol vai embora e Fernando se reconcilia com Lola. Eles assumem seu amor, e se beijam. Mas Lola só aceita ficar com o rapaz, se ele terminar o namoro com Natália. Mas sempre que Fernando quer romper a relação com a víbora, ela se faz de coitadinha pelo recente "aborto". Porém, os sentimentos falam mais alto e Fernando consegue abandonar Natália e assume seu namoro com Lola.

Enquanto isso, Andrei se envolve com Grace, que é narradora de um programa de rádio de sucesso, e nele vive dando dicas e conselhos que ajudam a levantar o astral de sua grande amiga Lola. Ela se apaixona pelo pai de Natália, bem no meio de uma crise familiar dele: Após fazer teste de DNA, Andrei descobre que foi traído por Carol: Natália é filha do mau-caráter Téo, o maior rival de Andrei na editora. Mas o amor de Grace o ajudará a superar tudo isso. Fora Martins, o insuportável ex-namorado de Grace, que com sue ciúme doentio tentará persegui-la e vigiá-la. E Boggie, assistente de Grace na rádio, que sempre manteve um amor escondido por ela.

Enquanto Gastão volta a investigar a vida de Lola para provar que ela é uma impostora, tentando seduzir Grace para colher mais informações, Lola revela a Fernando que ela e Lalo são a mesma pessoa, após um jogo de futebol. A princípio, Fernando acha que Lola enlouqueceu e tenta interná-la, mas logo se convence que isso é a mais pura verdade. A notícia choca Fernando e abala sua relação com Lola, e ele termina tudo, afirmando que não poderá ficar com Lola sabendo que ela é um homem.

Arrasada com o fim de seu romance com Fernando, Lola recebe ainda a notícia de que Billy, um ex-namorado de Grace a quem Lalo nunca suportou, passará uns dias em sua casa. Ao se verem, Lola e Billy se apaixonam, e planejam uma viagem à Paris, o que deixa Grace enciumada. Ela, então, reporta o caso a Fernando, que luta por seu amor, e consegue impedir a viagem de Lola, e Billy vai embora sozinho para a França.

As investigações de Lola e Grace continuam a todo vapor, e elas descobrem que Lalo está no corpo de Daniela, e vice-versa. Fingindo ser Daniela, Lola vai morar na casa de Gina, a mãe da moça, e aceita a proposta de casamento de Sérgio, ex-amante de Daniela, que a fez abandonar o noivo Pablo no altar, ele ficou furioso, e para se vingar, transformou Daniela em Lalo, e fugiu. Se aproximando do mundo de Daniela, Lola tem certeza de que encontrará Pablo, e resolverá o problema. Mas a tarefa não será nada fácil.

Lola e Gastão ainda viram aliados, e conseguem salvar a empresa da falência. Ela publica um número da revista falando como tema central "O que você faria se acordasse no corpo do sexo oposto?".

Natália inicia romance com Matias, seu amante da época que ela era noiva de Fernando, os dois têm uma noite de sexo, e ela termina o relacionamento. Logo Natália descobre gravidez, e faz com que Fernando acredite que eles passaram uma noite juntos. Ela logo revela que está esperando um bebê de Fernando, o que o deixa surpreso. E Lola finalmente se reconcilia com Fernando, levando-o para uma praia paradisíaca, onde os dois têm sua primeira noite de amor.

Em certa parte da trama, Natália e Gastão se unem e armam um plano maquiavélico para atrapalhar o namoro de Lola e Fernando. No primeiro fim de semana dos pombinhos a sós, Natália se instala na casa do rapaz e um falso médico, comparsa de Gastão, mente uma doença para a malvada. Ao sentir enjoos e ter menstruação atrasada, Lola suspeita de gravidez, e faz o teste, para a decepção dela e de Fernando, o teste de gravidez dá negativo.

As vidas de Lola e Grace são infernizadas com a volta de Carol, que separa a locutora de rádio de Andrei e os dois reatam o casamento. Mas Carol vira amante de Gastão, que também conquista Natália ao mesmo tempo. Carol inferniza a vida de Lola na editora, e após publicar num número da revista uma matéria sobre amor e política, Gastão consegue prêmios com o sucesso de vendas da revista e é entrevistado na televisão, derrotando Lola, que só encontra apoio em Grace e Fernando. E Grace ainda flagra Andrei jantando com a secretária Júlia, e fica uma arara.

A vida de Lola dá uma reviravolta quando ela reencontra Romina, que lhe faz uma proposta tentadora: ela poderá voltar a ser Lalo Padilha. Será que Lola vai aceitar a proposta de Romina ou deixará sua vida passada para trás para ficar com Fernando e ter a oportunidade de viver um amor verdadeiro?

As coisas só complicam quando ela encontra Pablo, que lhe dá o número do telefone de uma feiticeira, que poderá transformá-la em homem, no mesmo dia em que Lola aceita a proposta de casamento de Fernando.

Gastão desmascara Lola na frente de todos, ao descobrir que ela é Lalo, mas todos o consideram um maluco. Gastão enlouquece, é demitido e internado num hospício, onde se casa com Natália.

Carol é expulsa da editora por Andrei, que faz as pazes com Grace e os dois fazem uma viagem pelo país dentro de um trailer, felizes e apaixonados. Ela continua narrando seu programa de rádio via satélite.

Andrei passa o cargo de diretora da revista para Lola, que o passa para Fernando. Mas ela o abandona no altar ao querer voltar ao corpo de Lalo ao reencontrá-lo na rua e perdê-lo de vista.

Fernando pede demissão, Natália e Gastão fogem do sanatório e retornam à presidência da empresa. Eles demitem Lola, os outros empregados pedem demissão, e loucos e falidos, Gastão e Natália terminam juntos na editora falida.

No dia do eclipse que pode levar Lola de volta ao seu corpo, Lola encontra Daniela no corpo de Lalo, e assim decidem continuar nos corpos atuais. Lola lembra que a bruxa disse que para continuar como estão, Lola teria que estar junto de seu grande amor. Ela corre até Fernando e os dois vivem felizes para sempre.


CURIOSIDADES

O primeiro capítulo de Lalola marcou 11 pontos de média às 20h15 e foi reprisado às 21h45, depois do telejornal SBT Brasil. Como a reprise não funcionou, acabou sendo mantida na faixa das 8 da noite. Os três primeiros capítulos da telenovela foram exibidos sem intervalos comerciais.

É a primeira telenovela genuinamente argentina, com temática adulta, a ser exibida pelo SBT desde A estranha dama, que fez muito sucesso em 1992 chegando a marcar mais de 20 pontos no Ibope.

Produzida por um canal menor, a América TV, Lalola foi a terceira colocada na audiência em seu país de origem, com 9 pontos, sendo que por vezes, chegou a alcançar o segundo lugar ganhando da poderosa Telefé, cuja programação noturna estava em crise. No entanto, desde o início do ano, a trama perdeu quase metade por lá, marcando entre 4 e 6 pontos. Mesmo assim, um resultado melhor do que o que a emissora alcançava antes do início da telenovela.

Na Argentina, o última capítulo da telenovela marcou 8,4 pontos. Lalola também passou no México pela TV Azteca, às 23h00, e marcava uma média de 6 pontos.

A justiça primeiramente classificou a trama como imprópria para menores de 10 anos, mas voltou atrás e classificou como imprópria para menores de 12 anos.

Depois de sua mudança para o horário nobre, tornou-se um fracasso. A transmissão que era às 20h15 passou para às 21h00. A trama que marcava entre 7 e 9 pontos, não passou dos 4, perdendo para a principal novela da Globo Duas caras e Amor e intrigas da Rede Record. O seu último capítulo fechou em 3 pontos de média.

No começo da novela, dava para se perceber que o nome do personagem era Fernando Canavaro, de repente por algum motivo ou devido ao abrasileiramento da trama o personagem começou a se chamar Fernando Carvalho. (Deram um nome parecido para não confundir ninguém). O engraçado é que ele foi chamado assim por boa parte da novela deixando isso bem evidente em algumas cenas o que tornou a mudança ainda mais brusca.

Lalola foi vencedora de 8 dos prêmios Martín Fierro (considerado uma das maiores premiações da televisão argentina), dentre eles o maior prêmio, o Martín de Oro.